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19:02

Pearl Jam lembra Paris em show de mais de 3 horas em SP

Do UOL Música

 

Em sua quarta passagem pela cidade de São Paulo, o Pearl Jam nunca encontrou um caminho tão difícil para chegar até o fim de um show. Na noite deste sábado (14), no estádio do Morumbi, a banda do vocalista Eddie Vedder enfrentou atrasos, chuva, uma tempestade de raios e rajadas de vento que chegaram a ameaçar a estrutura do palco, forçando uma paralisação de dez minutos na apresentação.

Felizmente, nenhuma tragédia aconteceu em São Paulo. Mas um sentimento de --nas próprias palavras de Vedder-- "profunda tristeza" pairava sobre o segundo show da nova turnê da banda no Brasil. "Nosso amor vai para Paris", leu Vedder, sacando uma anotações em bom português, logo após a segunda música. Alusão aos atentados que deixaram 129 mortos e mais de 350 feridos nesta sexta em Paris. "Temos muito o que superar juntos", completou. 

A frase soou como premonição de uma noite de 3h10min de música, maratona digna dos  shows de Bruce Springsteen, figura na qual Vedder, guitarra em punho e estômago quase saindo pela boca, parece se espelhar. Ver o Pearl Jam ao vivo é testemunhar um espetáculo intenso do início ao fim.

Dificilmente repetindo um show ou seguindo à risca o setlist, a banda abriu com "Long Road", "Of the Girl" e "Love Boat Captain", faixas não tão populares assim. Com a quarta, "Do the Evolution", sempre lembrada pelo videoclipe animado pelo cartunista Todd McFarlane, a coisa engrenou: um festival de "pula-pula" tomou conta do gramado do Morumbi.

À medida que a apresentação transcorria e a chuva se avizinhava, uma tímida brisa logo se transformou em ventania, fazendo balançar perigosamente toda a estrutura cênica e de som do palco, incluindo um imenso pássaro de sucata, erguido em cima dos músicos, e várias lanternas dependuradas.

Nesse momento, era nítida a tensão na banda, que precisou sair de cena por alguns instantes. O vocalista, então, aproveitou e mandou de improviso a acústica "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town", que não estava no setlist. O susto, aos poucos, foi passando. Principalmente com a catarse proporcionada por "Even Flow", segunda vez em que a voz da plateia se sobrepôs a do vocalista. Hora em que o guitarrista Mike McCready, solando "de costas" ao melhor estilo Jimi Hendrix, também pôde brilhar.

De volta para o primeiro "bis" --que durou longos 10 minutos, ainda reflexo dos problemas no palco--, o Pearl Jam emendou a folk "Footsteeps" e a primeira cover da noite, "Imagine", de John Lennon. Outra referência aos trágicos acontecimentos de Paris. Sacando o potencial do ensejo, Eddie Vedder  pediu e foi atendido: milhares de celulares foram ligados na plateia, formando uma grande via láctea de estrelas pacifistas.

Mesmo com uma carreira consolidada, de dez álbuns de estúdio e uma respeitável coleção de hits, o Pearl Jam emociona de verdade com o primeiro disco, "Ten". Além de "Even Flow", "Jeremy", "Black" e "Alive" foram as que mais arranharam a garganta dos fãs, que lotaram o Morumbi e aguentaram firme sob a chuva, que só parou de cair só no fim.

O encerramento teve início com o "Alive", quando os refletores do estádio começaram a ser acessos, indicando a todos que já era hora de ir embora. Mas não o Pearl Jam. Ignorando a claridade, e para compensar os atrasos causados pelo vento, a banda continuou tocando. Vieram na sequência "Rockin' in the Free World", tradicional cover de Neil Young, e "Yellow Ledbetter, lado B do single de "Jeremy".

Agora, sim, o fim do show.... Só que não. Após se jogar no chão, se levantar como se nada tivesse acontecido e dar "tchau, tchau", Vedder ainda teve energia para puxar a banda em mais uma, uma versão punk de "All Along the Watchtower", de Bob Dylan, imortalizada por Jimi Hendrix. A música também não estava estava no roteiro original. Apesar de todos os atrasos e intempéries, quase ninguém arredou o pé. "Vocês são os melhores!", mimou o vocalista.

 

Setlist
1. "Long Road"
2. "Of the Girl"
3. "Love Boat Captain"
4. "Do the Evolution"
5. "Hail Hail"
6. "Why Go"
7. "Getaway"
8. "Mind Your Manners"
9. "Deep"
10. "Corduroy"
11. "Lightning Bolt"
12. "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town"
13. "Even Flow"
14. "Come Back"
15. "Swallowed Whole"
16. "Given to Fly"
17. "Jeremy"
18. "Better Man"
19. "Rearviewmirror"

1° bis

20. "Footsteps"
21. "Imagine" (cover de John Lennon)
22. "Sirens"
23. "Whipping"
24. "I Am Mine"
25. "Blood"
26. "Porch"

2° bis

27. "Comatose"
28. "State of Love and Trust"
29.  "Black"
30. "Alive"
31. "Rockin' in the Free World" (cover de Neil Young)
32. "Yellow Ledbetter"
33. "All Along the Watchtower" (cover de Bob Dylan)

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11:46

Living Colour empolga com som pesado e surpresas em São Paulo

Mesmo com meu joelho arrebentado não teve como não ir neste show.

Valeu cada momento de dor quando cheguei em casa!!!

Do Território da Música

O Living Colour levou a São Paulo na noite da última terça-feira (18) um inesquecível show, que faz parte da turnê comemorativa de 25 anos do lançamento de seu álbum de estreia, “Vivid”. Esta tour, que já passou pela Europa, EUA, Japão e Argentina, chegou ao Brasil com estreia no Rock in Rio, onde o quarteto tocou no Palco Sunset, no último dia 13.

As diferenças entre o show apresentado no Rock in Rio e ao da noite passada são curiosas: o Living Colour tocou na intimista casa de shows Bourbon Street, que dispensou suas mesas e transformou sua pista em uma reunião de “alguns” fãs empolgadíssimos. Embora a proporção de um festival como o Rock in Rio e o local deste show sejam incomparáveis em espaço, a expressão “menos é mais” pode ser aplicada nesse caso. Ainda que menor, mas em sua lotação máxima, o público do Bourbon Street estava animado e com as canções na ponta da língua.

Sem cantora africana Angelique Kidjo, com quem tocou no RJ, a banda levou um puro espetáculo de música ao vivo, orgânica, tocada e cantada “de verdade”. Que refrescante foi conferir um Living Colour tão bom ou melhor que anos atrás, tocando seus sucessos com energia invejável e sem “dar nenhuma na trave”!

Formado em 1984, pelo guitarrista Vernon Reid, o grupo abriu o show com nada menos que um tributo a gênio do blues, Robert Johnson, em “Preachin Blues”, em que Reid exibiu sua técnica com “slide ring”. Logo depois, o Living Colour deixou bem claro a que veio e botou a casa abaixo com “Cult of Personality”, que fez todo mundo pular e cantar junto. Do álbum “Vivid”, esta, “Open Letter (To a Landlord)” e “Funny Vibe” fizeram alguns dos momentos mais divertidos do show.

Com tantos anos de carreira e álbuns lançados, o Living Colour é símbolo de música tecnicamente impecável e com a pegada e carisma raros no mercado. Entre heavy metal, blues, hip-hop, jazz e fusion, a apresentação afiada ainda presenteou o público com canções como “Glamour Boy” e a empolgante “What’s Your Favorite Colour?” - e as divertidas respostas da plateia - e a pesada “Which Way To America?”, com um daqueles solos de guitarra de tirar o fôlego.

Impossível deixar de mencionar a voz incrível de Corey Glover, que parece ser um desses fenômenos de “melhora com o tempo”. Sua presença de palco, expressões e brincadeiras com o público e companheiros de banda contribuíram enormemente para que os paulistas tivessem uma verdadeira experiência de entretenimento. Corey exibiu toda a sua potência com seus famosos gritos, mas também surpreendeu (e emocionou) ao cantar “Amazing Grace” à capella, num momento mais calmo. A linda “Broken Hearts” também abaixou a onda por instantes.

A cozinha, formada por Will Calhoun (bateria) e Doug Wimbish (baixo), também estava inspirada e naquela conhecida harmonia. Doug agitou muito com Corey e muitas vezes se inclinou para a frente do palco, tocando quase no meio do povo. Só que o “quase” não satisfez o vocalista que se jogou no meio da pista lotada e de lá terminou de cantar, pulando e abraçado ao fãs, “Should I Stay Or Should I Go”, do Clash.

Porém, antes de ir para a galera, Corey e banda convidaram o Oswaldinho da Cuíca para uma participação especial. A banda também tocou seu grande hit “Time’s Up” nesta despedida em grande estilo do Brasil. Foi um show de lavar a alma e, vamos aguardar o retorno do Living Colour o mais breve possível.

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11:51

131 dias

Amanhã completarei 131 dias fora do Brasil.

Me fez um bem danado passar este tempo fora.

O trabalho rendeu demais.

Não estou voltando por saudades do país onde nasci.

Ele não me dá saudades.

Sinto saudades apenas das pessoas que lá estão e por quem tenho carinho.

Mas tenho que voltar.

Tanto a lei de onde estou exige, quanto outros compromissos.

Mas vai valer a pena.

Daqui algumas semanas embarco novamente, desta vez para um país que nunca na minha vida pensei que conheceria: Namíbia.

A vida está ficando a cada dia mais interessante...

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19:13

Foo Fighters no Looserpalooza

Ontem terminou a turnê sul-americana do Foo Fighters em 2012.

Infelizmente ela teve que acontecer em um desses mega eventos que normalmente são cheios de problemas.

O Lollapalooza começou errado e terminou errado.

Começou com uma bagunça gigantesca na venda dos ingressos e terminou com um evento zuado.

O Foo Fighters merecia muito mais.

O evento teve um público pronto e animado para 3 horas de show, sabendo o que os esperava graças aos shows no Chile e Argentina.

A banda mesmo cansada de uma turnê puxada estava disposta e deu o melhor que podia dar, como se fosse o primeiro show da turnê.

O problema estava no evento e sua organização.

Aqui vão minhas críticas:

  • Caixas de som zuadas não permitiam um som muito alto e de qualidade
  • A maldita tenda eletrônica não parou com o puts puts no show mais importante do evento
  • A segurança era nula, com pessoas penduradas em para-raios (tenho fotos) para poder assistir ao show
  • O acesso aos stands de comida era complicado já que ficaram na lateral mais próxima do palco principal e as pessoas começaram a escalar nas divisórias que faziam a fila para pegar comida para usar de camarote. Você tinha que voltar pelo mesmo lugar da entrada.
  • No final do evento, mesmo com as fichas para comida e bebida já em mãos não havia mais a venda água e refrigerante. Apenas energético e cerveja era vendida.

O Foo Fighers é daquelas bandas que merecem uma produção de qualidade muito maior do que a encontrada no dia de ontem, espero que em seu retorno ao Brasil venham sozinhos e realizem um espetáculo de verdade.

Para uma primeira visita dos caras foi bom, mas espero por um absurdamente melhor na próxima vez.

Set list:

  1. All My Life
  2. Times Like These
  3. Rope
  4. The Pretender
  5. My Hero
  6. Learn to Fly
  7. White Limo
  8. Arlandria
  9. Breakout
  10. Cold Day in the Sun
  11. Long Road to Ruin
  12. Big Me
  13. Stacked Actors
  14. Walk
  15. Generator
  16. Monkey Wrench
  17. Hey, Johnny Park!
  18. This is a Call
  19. In the Flesh? (Cover do Pink Floyd)
  20. Best of You
    Bis
  21. Enough Space
  22. For All the Cows
  23. Dear Rosemary
  24. Bad Reputation (Cover da Joan Jett com a Joan Jett)
  25. I Love Rock ‘n’ Roll (Cover do The Arrows com Joan Jett)
  26. Everlong

 

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02:42

Este será um domingo de muita música!

Neste domingo vou até Paulínia para ver os shows do festival SWU

Em itálico está aquilo que mais me interessa.

Palcos principais:

15:00 – 16:00 Zé Ramalho (1:00) | ENERGiA

16:05 – 17:05 Ultraje a Rigor (1:00) | CONSCIÊNCIA

17:10 – 18:25 Tedeschi Trucks Band (1:15) | ENERGIA

18:30 – 19:30 Chris Cornell (1:00) | CONSCIÊNCIA

19:35 – 20:50 Duran Duran (1:15) | ENERGIA

20:55 – 22:40 Peter Gabriel & The New Blood Orchestra (1:45) | CONSCIÊNCIA

22:45 – 00:15 Lynyrd Skynyrd (1:30) | ENERGIA

New Stage:

14:30 – 15:00 Apolonio (0:30)

15:15 – 15:45 Sabonetes (0:30)

16:00 – 16:45 Is Tropical (0:45)

17:00 – 18:00 !!! (1:00)

18:15 – 19:15 Playing For Change (1:00)

19:30 – 20:30 Modest Mouse (1:00)

20:45 – 21:45 Hole (1:00)

Heineken Greenspace:

13:15-14:00 BRUNO OLIVEIRA

14:00-15:30 RAUL BOESEL

15:30 -16:30 MEME

16:30-18:00 GARETH EMERY

18:00-19:30 PAULO BOGHOSIAN

19:30-20:30 BOOKA SHADE

20:30-22:00 JOHN DIGWEED

22:00-00:00 AFROJACK

00:00-02:00 FEDDE LE GRAND

 

Depois conto como foi =]

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08:47

30 Day Song Challenge: 19 - a song from your favorite album

Living Colour é uma das minhas bandas top.

E o disco Pride vem recheado de músicas que ficaram na lista para entrar como a minha favorita desta brincadeira: Sacred Ground, Love Rears It´s Ugly Head, Momories Can´t Wait, Glamour Boys, Funny Vibe, Open Letter To A Land Lord, Type, Solace Of You e Nothingless.

A escolhida para representar o disco foi Cult Of Personality.

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09:10

30 Day Song Challenge: 18 - a song that you wish you heard on the radio

Man On The Moon é uma das minhas músicas favoritas.

O show do REM em São Paulo não seria completo sem esta música.

Felizmente eles tocaram, e só isso já valeu o ingresso.

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17
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09:06

30 Day Song Challenge: 13 - a song that is a guilty pleasure

Quando esta música começa a tocar, você não sabe o que vai acontecer.

É David Bowie? David Bowie e Queen? Ou seria Vanilla Ice?

Fuck! It´s Vanilla Ice!!!

Já escutei esta frase algumas vezes com uns amigos gringos quando isto toca no rádio.

A maioria do povo odeia, mas eu curto.

Enquanto todo mundo fica xingando o rádio eu fico na minha, curtindo, e até acompanhando a letra na minha cabeça, para que ninguém perceba que estou gostando de escutar novamente esta música.

Porra, fui no show do cara! Foi uns meses antes do show do Mc Hammer!!! hahaha

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09:46

30 Day Song Challenge: 06 - a song that reminds you of somewhere

Born On The Bayou do Creedence Clearwater Revival na realidade me lembra de vários lugares.

O show do CCR no Olympia em 1999 foi fantástico.

Marcou como poucos, e lembro como se fosse ontem uma galera da rádio dançando enquanto os caras tocavam esta música.

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02:30

30 Day Song Challenge: 03 - a song that makes you happy

Esta é uma das mais fáceis da lista.

Quando penso em uma música que me deixa feliz B52´s vem logo pra ponta da língua.

Aí você só fica na dúvida entre Love Shack e Roam.

Prefiro Love Shack. =]

E como foi bom poder escutar isto ao vivo!

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Crazy Talk #8
A trilha sonora de House MD.

Nesta edição escutamos músicas que tocaram em algum episódio do seriado do dr. House.

Entre as bandas escolhidas estão Massive Attack, Ray Charles, Jimi Hendrix, Fiona Apple e Boomtown Rats.

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