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Terreno do Morumbi, orgulho Tricolor. História e polêmicas

Por Wender Peixoto, publicada em SPFC.NET
Twitter: @peixotowender

 

Antes de desenvolver o restante do texto é importante deixar claro no início: se o clube deve algo, que pague. O terreno do Morumbi tem sido alvo de acusações — algumas levianas — de ser público, roubado, etc. No decorrer da matéria essa conclusão distorcida será derrubada. O que não deve acontecer é a rivalidade e jocosidade, ou intere$$es, nortear alguns precipitados e até autoridades ineptas, no objetivo de desviar atenção sobre os escandalosos desvios de recursos públicos para outras entidades esportivas.

Há 53 anos foi inaugurado o Estádio Cícero Pompeu de Toledo. Um gigante de concreto, que nasceu em meio ao então desértico distrito do Morumbi. O tempo passou, e hoje o estádio está incrustado numa das regiões mais valorizadas da capital paulista. Mas não foi fácil.

O São Paulo possuía um grande time, conquistas expressivas na década de 40 e o Canindé, que havia sido recentemente comprado. A finalidade da então diretoria era transformar o Tricolor, além de forte dentro de campo, em um grande clube estruturado. Em 1942, com a compra do Canindé, o sonho do grande estádio chegou a ser passado para o papel, num anteprojeto, mas foi atrapalhado pela Prefeitura. O traçado da Marginal Tietê cortaria o terreno do São Paulo e o estudo teve que ser abandonado.



Alguns políticos lutaram para atrapalhar os planos tricolores para a nova casa. Aventou-se a ideia de trocar o Canindé por uma área maior, no Ibirapuera, mesmo local do atual Parque do Ibirapuera. Mas o vereador corintiano Jânio Quadros liderou uma campanha contrária e a Câmara Municipal não aprovou, mesmo sendo uma região pantanosa e inutilizada. A negativa final veio do prefeito Armando de Arruda Pereira.

Os dirigentes do São Paulo percorreram a cidade em busca de uma área compatível com suas ambições. Foi verificado que havia um terreno à margem do rio Pinheiros pertencente à Light (antiga empresa de fornecimento de energia elétrica da capital de SP e parte do interior). Entretanto, o terreno de 45.000 m² era pequeno para o maior estádio particular do mundo.

Enquanto isso, a condessa Mariângela Matarazzo e outros proprietários se desfaziam de um grande lote de terras da família Matarazzo na região do Morumbi. Em 1950, mudanças na forma de taxar propriedades urbanas municipais pressionaram Mariângela Matarazzo a doar extensões de suas terras. A Imobiliária Aricanduva adquiriu a área em 7 de fevereiro de 1951 e, de pronto, planejou seu loteamento comercial.



O sonho não parou. O clube se organizou e criou a Comissão Pró-Estádio em 15 de maio de 1952, presidida por Cícero Pompeu de Toledo. Com isso acontecia uma divisão administrativa no SPFC, uma que cuidaria do clube e outra da obra do estádio para não haver conflitos financeiros. O grupo de trabalho prosseguiu com os projetos.

Em 04 de agosto de 1952, o São Paulo conseguiu junto a Imobiliária Aricanduva um terreno de 99.873m² para a construção do estádio. Lembrando: ninguém joga dinheiro fora. A imobiliária possuía interesses econômicos para desenvolver a região, em loteamentos, além da exploração de cadeiras cativas no futuro estádio — ação desempenhada também pelo Bradesco. Transação lícita, registrada em cartório e aprovada pela Prefeitura de São Paulo.

A doação do terreno foi feita na gestão do governador Lucas Nogueira Garcez (mandato de 01/1951 a 01/1955). O presidente da Imobiliária e Construtora Aricanduva S/A era João Jorge Saad, dono e fundador da Rádio Bandeirantes e genro de Adhemar de Barros. Foi João Jorge Saad quem assinou o documento de doação ao clube.

Para a Prefeitura aprovar, o São Paulo cedeu parte do terreno do atual Canindé — sede e primeiro CT do São Paulo — para a retificação do rio Tietê e pavimentação da Marginal Tietê. Foram as condições da época em acordo oficial com a Prefeitura na figura prefeito do Armando de Arruda Pereira. Imediatamente, o Tricolor lançou a pedra fundamental do estádio, mesmo ainda sem projeto de construção definido.



A polêmica

Alguns acusadores levianos, e até autoridades equivocadas, dizem que o terreno do Morumbi seria público. Não procede. O clube já derrubou a tese na justiça algumas vezes, e o assunto prescreveu por Lei. Não há nenhuma possibilidade de o São Paulo perder algum metro quadrado de seu patrimônio na Justiça, Prefeitura ou MP.

A alegação inverídica é de que parte do terreno do Morumbi deveria ser praça ou parque infantil. A lei até daria razão — o código de obras da época, em seu art. 733, dizia que o loteamento deveria ter 10% de espaços livres (praças, jardins, etc.), de domínio público. Sim, seria no terreno Tricolor, mas não quer dizer que o loteamento ficou sem a praça “tão almejada”.

O espaço destinado foi deslocado para mais próximo do palácio do governo — a Praça Vinícius de Morais, que possui 80.000 metros quadrados — há 600 metros do Estádio Cícero Pompeu de Toledo. Aliás, uma busca no Google mostra a quantidade de áreas livres existentes em frente ao Estádio. E há mais duas praças — a Santos Coimbra e a Crepúsculo — na mesma área e distância. Ou seja, o loteamento da região possui mais de 200.000 metros quadrados de praças e parques com equipamentos, inclusive infantis.



É evidente: se a prefeitura autorizasse alterações no empreendimento, ficaria a cargo dela alterações ou obras necessárias. "Isto porque, ao promover o loteamento da área e solicitar o respectivo alvará, já está comprometida a Aricanduva com a Prefeitura Municipal e, deste modo, qualquer modificação no plano geral, seria de competência exclusiva da Prefeitura” — trecho retirado do blog da associação de moradores incomodados.

Portanto, se o terreno particular de mais de dois milhões de metros quadrados era da Imobiliária e a Lei indicava que a empresa deveria dedicar 10% de todo o seu terreno para a construção de uma praça ou parque público, logo, a questão e o cumprimento da lei deveriam ter sido executados pela Imobiliária Aricanduva ou Prefeitura, não pelo São Paulo. E foi assim.

Mais além. Os artigos 179 e 177 do Código Civil de 1916 (aplicável à época) informam que a prescrição da exigência ocorreria dentro de 20 anos. Portanto, o São Paulo não deve nada e não tem a função de cumprir o dever do Poder Público ou da antiga Construtora e Imobiliária Aricanduva para promover entretenimento público e gratuito à população.

Devendo ou não, o clube tem concedido contrapartidas para a região. A varrição das ruas, que circundam o Morumbi, e a manutenção da Praça Roberto Gomes Pedrosa, são integralmente assumidas pelo clube. O Morumbi é utilizado, por contrato, em acordos com a comunidade de Paraisópolis. Há parcerias para a comunidade fazer uso da pista de atletismo e instalações da academia do Estádio. Sem contar o convênio Escola do Povo, mantido pelo São Paulo.

Quem foi o maior beneficiado da construção do estádio na década de 50? O São Paulo ou a região? O Clube ou os proprietários de imóveis vizinhos? A própria Prefeitura aprovou através da escritura assinada por ela. em cartório. Infelizmente, a população gosta de estádio no começo, mas, depois que se enche de casas em volta, não quer mais. Quem chegou primeiro?



Em tempo. O terreno total do clube, no Morumbi, soma 300.000 metros quadrados – 2/3 foram comprados. O São Paulo paga o IPTU de toda a área, ao contrário de outras instituições esportivas que não honram seus compromissos com o município. Alguns, por exemplo, não pagam IPTU desde 2008, há seis anos, e são verdadeiros latifundiários de terras públicas na cidade de São Paulo.

Marcadores: Futebol, História, SPFC

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Ache a vaca invisível

Find the invisible cow é daquelas coisas tipo pudim.com.br

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Não existe nada de fabuloso em Luís Fabiano

Luís Fabiano teve 5 expulsões apenas este ano. Além delas, desfalcou o time por mais 4 jogos por causa de um faniquito que teve com o juiz (onde também foi expulso) depois do término do jogo. Ano passado viu a final da sulamericana pela tv já que conseguiu mais uma expulsão no jogo 1 da final.

Existem diversos jogadores de menor expressão que ele que possuem mais títulos com o Manto do que ele.

Quando ele chegou achei que era uma boa contratação, mais experiente não se meteria em tantas confusões, mas o tempo não o transformou em um vinho e sim em um vinagre.

A diretoria ao invés de enquadrar o jogador sempre passa a mão na cabeça dele. Deveriam ter aproveitado a chance com a insatisfação dele e o mandado para bem longe, ou nem tanto, já que ele no time adversário poderia ser considerado um reforço em jogos contra o Tricolor por culpa do seu temperamento.

Ele diz que ama o clube onde joga, se for verdade, não passa de um amor de malandro. Daqueles onde o marido maltrata e bate na parceira que nunca revida e sempre corresponde o amor. Este amor tem que acabar de uma vez por todas.

O São Paulo é muito maior que ele e não pode ficar submetido ao seu temperamento.

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Boa viagem gambazada!

Uma homenagem do Doido ao time que mais paga pau e deseja ser como o São Paulo Futebol Clube.

O passaporte já está carimbado, agora é só subir no avião gambazada.

 

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O verdadeiro trabalho de Muricy Ramalho

Muricy Ramalho, além de arrogante é um péssimo técnico.

Quando ele estava no São Paulo, meus amigos Tricolores me chamavam de corneta.

No Tricolor, o que este cara mais fez foi pedir volantes e estes vieram de baciada.

Seus 3 títulos nacionais conquistados pelo SPFC foram mais mérito do legado e cultura implantada por Portugal Gouveia do que qualquer outra coisa.

Juvenal Juvêncio, o pinguço, ainda não estava tão descalibrado assim e conseguiu fazer algumas coisas importantes no início do seu período como ditadorzinho que se transformou.

Quando questionado porque não usava os garotos da base, a resposta era sempre a mesma: "me mostra um jogador da base que esteja pronto para jogar na bombonera lotada que eu escalo".

Nenhum jogador sai pronto da base neste ponto, nem mesmo Neymar saiu.

Preferia um jogador vivido e medíocres do que colocar um garoto para ver se funcionava.

Durante seu comando chegaram jogadores como Hugo, Washington, Júnior César, Zé Luis, Jadilson, Carlos Alberto e uma zaga inteira de times cariocas que lutavam contra o rebaixamento como Renato Silva, Anderson, Juninho e Jean.

Enquanto isso, no banco tinha um garoto chamado Oscar, que fugiu pelas portas dos fundos pois não teve oportunidades no time e se escondeu no Internacional.

Teve também bons garotos que poderiam ter sido alguma coisa se tivessem a chance de entrar em momentos oportunos e que nunca serão nada por causa disso como Mazola, Henrique, Sérgio Motta, Aislan e Alex Cazumba. Todos eles acabaram emprestados ou vendidos para praças onde o futebol é patético.

Quando Muricy chegou no Santos, Neymar e Ganso já eram jogadores com certa experiência, mesmo criticado Luxemburgo fez o certo e colocou os garotos aos poucos.

Muricy no São Paulo tinha um plantel respeitadíssimo, com jogadores guerreiros e que aos poucos foram se cansando do papinho "aqui é trabalho".

Trabalho uma ova, só ganhou os nacionais pois eram de pontos corridos e os times do tricampeonato eram muito competitivos. Não perdia pontos para times pequenos.

Nos torneios de fases, sempre era eliminado. Era presa fácil, não havia jogadas ensaiadas, marcação especial sobre jogadores chave do time adversário, surpresas na escalação. Nada.

O texto que coloco abaixo foi tirado do Blog do Birner e confirma tudo aquilo que já havia postado antes sobre este técnico:

De Raphael Prates

Dizer que Neymar é o melhor jogador do Brasil, que o Santos depende de um jogador como ele, e que Paulo Henrique Ganso tem de resolver sua vida é dizer o óbvio.

O mundo sabe. O presidente do Santos sabe. O contestado treinador da seleção brasileira sabe. O presidente da CBF sabe.

Mas todas essas obviedades têm aliviado a barra de uma pessoa em especial: Muricy Ramalho.

Valorizado, vencedor, tachado de trabalhador, o técnico tem realizado um dos piores (se não o pior) trabalhos de sua carreira.

Muricy tem abusado de clichês e se apoiado em Neymar e Ganso para encobrir uma série de erros que escancara uma limitação que há muito não ficava tão visível.

Muricy planeja mal, indica mal, avaliza mal e não muda uma vírgula das partidas em que não tem seu principal jogador.

O Santos não é time sem Neymar. O treinador fecha a equipe, não pensa em surpresa, não realiza nenhuma variação e se apoia em mesmices para somar pontinhos que livrem o time do rebaixamento.

Pior que isso: não titubeia em jogar na diretoria e nos jovens a culpa pelo horrível trabalho que realiza na Vila Belmiro.

Felipe Anderson e cia são inexperientes e escalados “fora de hora porque não é assim que se faz” e a direção é a “que fica todo mundo quieto e ninguém se planejou para nada”.

É inaceitável só responsabilizar a direção e isentar Muricy Ramalho de falta de planejamento. O mundo sabia que Neymar e Ganso estariam na Olimpíada, que Arouca poderia ser convocado, que contusões apareceriam.

Não houve nem um plano de jogo decente para pensar em um time minimamente organizado e competitivo sem as estrelas. É o treinador que não faz a diferença. Os jogadores se sobrepõem ao sistema.

Que sistema?

Nas contratações, Muricy usou da tática do “se não tem tu, vai tu mesmo”.

Pediu Martínez, mas aprovou o fraquíssimo Pato Rodriguez.

Pediu Rafael Moura e aprovou Bil (??).

Aprovou Gerson Magrão, Rafael Galhardo, David Braz e João Pedro. Contratações bizarras que demonstram um treinador fraco para planejar, mas que prefere o conhecido ruim e caro ao garoto imaturo e mais barato.

Outra faceta de Muricy Ramalho no Santos é a de simplesmente não “interferir” nos jogos. O time depende de jogadas individuais para ganhar. Quando não há brilhantismo de Neymar, não há nada.

Jogos sofríveis, jogadores fraquíssimos e culpa dos jovens que não tem rodagem. Esse é o trabalho de Muricy no Santos. Inócuo. Limitadíssimo.

O tal lema que se tornou marca “aqui é trabalho meu filho” contrasta com o depoimento de repórteres que cobrem o dia dia no CT Rei Pelé.

Setoristas garantem estar assustados com o numero de rachões e as atividades de posicionamento são fechadas. Trabalho tático raro. Muito raro.

Faltando quinze rodadas para o término do Brasileiro, o time está a cinco pontos da zona de rebaixamento e o treinador fala com propriedade sobre o cansaço de Neymar e o drama (??) de Ganso. Sobre o time, não.

A culpa é da CBF, das convocações, dos investidores. Problemas todos têm, mas todos se viram também. Muricy não.

Alto salário e um “arremedo” de time. Mas Muricy Ramalho segue inquestionável, vencedor, sabe-tudo.

A renovação de contrato até 2013 só pode ser explicada pelo fato de o presidente Luis Álvaro Ribeiro considerar Muricy “parceiro”, porque pelo trabalho não é.

Só se o presidente estiver no mundo da lua

Marcadores: Blah, Futebol, SPFC

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Os pontos da era dos pontos corridos

Terminado o fraco campeonato brasileiro de 2011, o ranking dos clubes somando todas as suas participações na Série A é a seguinte:
Via Blog do Juca

  1. São Paulo – 627 pontos
  2. Inter – 577 pontos
  3. Cruzeiro– 570 pontos
  4. Santos – 564 pontos
  5. Flamengo – 524 pontos
  6. Fluminense – 518 pontos
  7. Atlético/PR – 504 pontos
  8. Corinthians – 502 pontos
  9. Palmeiras – 478 pontos
  10. Goiás – 452 pontos
  11. Grêmio – 452 pontos
  12. Vasco – 435 pontos
  13. Botafogo – 426 pontos
  14. Atlético/MG – 421 pontos
  15. Figueirense – 393 pontos
  16. Coritiba – 339 pontos
  17. Paraná – 281 pontos
  18. Juventude – 266 pontos
  19. Vitória – 246 pontos
  20. São Caetano – 215 pontos
  21. Ponte Preta – 204 pontos
  22. Guarani – 147 pontos
  23. Paysandu – 146 pontos
  24. Fortaleza – 142 pontos
  25. Sport – 134 pontos
  26. Náutico – 131 pontos
  27. Avaí – 131 pontos
  28. Criciúma – 110 pontos
  29. Bahia – 92 pontos
  30. Atlético/GO – 90 pontos
  31. Ceará – 86 pontos
  32. Grêmio Barueri/Prudente – 77 pontos
  33. Santo André – 41 pontos
  34. Brasiliense – 41 pontos
  35. Lusa – 38 pontos
  36. América/MG – 37 pontos
  37. Ipatinga – 35 pontos
  38. Santa Cruz – 28 pontos
  39. América/RN – 17 pontos
Marcadores: Futebol, SPFC, Tops

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2 posts sobre música

Hoje vi 2 posts sobre música que si mi identifiquei total.

Little Things:

Esperando Virar A Touca:

Marcadores: Blah, Bookmark, Cool, Música, Web

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15:34

Arroz e feijão na gringa

Uma dica do doido para mais um blog que está começando agora: Rice & Beans, da minha prima nega que está passando um tempo na Grande Maçã.

Dá um pulo !

Marcadores: Bookmark, Famiglia, USA

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Melhor comemoção de gol. EVER!

Marcadores: Cool, Futebol, Videos

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18:36

Pulando na cama

Eu já conhecia o pulando e viajando e hoje fui apresentado ao BedJump.com.

Este mais novo bookmark é uma coleção de fotos de gente pulando em camas de hotéis catalogadas em diversas categorias.

Já vou colocar em prática esta idéia na minha próxima viagem!

Via @AlexHubner

Marcadores: Bookmark, Comunidades, Cool, Turismo


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Crazy Talk #8
A trilha sonora de House MD.

Nesta edição escutamos músicas que tocaram em algum episódio do seriado do dr. House.

Entre as bandas escolhidas estão Massive Attack, Ray Charles, Jimi Hendrix, Fiona Apple e Boomtown Rats.

Outros programas aqui.
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